domingo, 25 de março de 2007

A estreia nos três dígitos


Chegou o grande dia, o dia em
que íamos saber se conseguíamos fazer uma volta de três dígitos. O percurso já estava pensado e repensado, era só passá-lo ao pedal.
Apesar da hora ter mudado,o houve problemas e mais ou menos à hora, cá estavam o Simão e o Figueira em casa para a grande jornada. Era para sairmos às 9 e pouco, mas, com isto e aquilo, acabámos por sair às 10. Também não houve problema, como o Simão dizia, tínhamos o dia por nossa conta. Começámos então a pedalar e fizemo-nos à Gardunha.



Durante a subida à Gardunha






Chegados ao alto, fizemos uma paragem para contemplar a magnifica vista sobre a Cova da Beira e decidimos passar por Alpedrinha em vez de virar para Vale de Prazeres.





Em Alpedrinha, tomámos um cafezinho (vicio her
dado do amigo Cerezo) e continuámos então em direcção à Orca.




Duas paragens




Cuidado que essa gente das bicicletas anda aí



Como já íamos chegar a S.Miguel d’Acha pelo meio-dia e tal, decidi ligar ao amigo Edgar para ver se pagava um cafezinho, mas nada, deve ter-se virado pró outro lado quando ouviu o telemóvel a tocar, se é que o ouviu e só ligou mais tarde quando já tínhamos passado S.Miguel. Fica para a próxima.

O objectivo seguinte
era Alcains e passado um bocado lá estávamos nós e já a ficarmos esganados. Tínhamos que parar para a “bucha”, mas, antes tínhamos que decidir se ainda tínhamos pernas para concretizar o plano e seguíamos para Tinalhas, ou partíamos já em direcção a Alpedrinha. E lá está, tínhamos o dia por nossa conta e seguimos para a maior dose de km’s. Depois de mais uns minutinhos a pedalar, lá arranjámos um bom sitio para parar e dar ao dente.





A paragem para a bucha








Até aqui o passeio estava
a correr muito bem e com bom andamento, tão bem que o Simão entusiasmado nos disse: “esta semana vou andar todos os dias, bem, pelo menos 4.ª Feira” :)




Depois do almocinho em boa confraternização, lá seguimos e o próximo ponto de passagem foi Póvoa do Rio de Moinhos onde ainda pudemos ver uma concentração de carochas com belos exemplares.






No Ninho do Açor ainda parámos a ver se o meu tio Zé nos dava um copito, mas, nariz no portão, outro que fica para a próxima.
Começámos então e pensar que seria bom mais um cafezinho e deixamos a paragem para S.Vi
cente da Beira. Parámos então num cafezinho em que deixámos o pessoal todo a olhar para nós. Estão a ver a coisa, num Domingo, tudo bem vestido e nós a entrar por ali dentro todos suados com capacetes e camelbacks e tal. Mas o cafezinho soube muito bem e então a cara lavada com água fresquinha na casa-de-banho, ui que beleza!







Até S.Vicente da Beira passando pela barragem do Pisco








Seguimos então para a Paradanta e lá no alto fizemos nova paragem para recarregar baterias com umas barritas e fruta. Nesta altura estávamos com 70 e tal km’s, já não faltava tudo. No Vale Palaio virámos para o Souto da Casa e só mais um bocadito e estávamos a chegar ao Fundão já com 96km’s.







Chegada ao Fundão cheios de boa disposição







Faltava uma mini para matar a sede e celebrar o feito.



Os 100km’s foram já acabados à porta de casa. Saiu a volta quase ao milímetro, eram para ser 100 e foram mesmo 100!

Que grande volta!

Eu; Figueira e Simão


Distância percorrida: 100.33 km

Tem
po de rolamento: 5:35:13
Velocidade média: 17.95 km/h

Velocidade máxima: 56.6 km/h

4 comentários:

Filipe disse...

Esta foi, sem dúvida, a melhor volta de btt que tive a oportunidade de fazer! Não só pelas paisagens e pela companhia, mas pela satisfação que é chegar ao fim e pensar "porra, fizemos 100Km!" Foi muito muito bom!

Luis Afonso disse...

Pois é, foi uma ganda volta com belas paisagens e com excelente companhia. Esta foi toda em estrada, mas no próximo sábado é para tentar fazer os mesmo 100, mas em terra na Maratona de Castelo Branco.

André Veiga disse...

Sem dúvida muito bem! Estão todos de parabéns.

Tenho pena não ter estado no fundão para vos poder acompanhar no vosso passeio.

Agora só vos desejo boa sorte para a Maratona de C.B.

PS:
Como o mundo é pequeno o passeio de carochas que encontraram tinha sido organizado pelo meu futuro Sogro. Tanto que o carocha dele é o cinzento de tecto de abrir que está por de traz da mão no Simão na foto da esquerda!

Luis Afonso disse...

André, mais oportunidades terás de acompanhar com a gente, tal é a pica com que andamos.
E digo-te então que o carocha do teu futuro, era um dos dois mais antigos que lá estava. Tá muito porreiro.